domingo, março 07, 2010

a minha resposta

Leio. Volto a reler. Uma e outra vez. As tuas palavras inscritas em papel de rascunho. E continuo sem saber o que te dizer. Não me canso de as ler. Tenho medo do avesso das palavras. Dos silêncios que as intervalam e que eu conheço de cor. São os mesmos silêncios das nossas conversas, os silêncios que ficam quando o resto é demais e basta um sorriso, um olhar, um gesto.
 Tenho obrigação de as comentar, de lhes dar uma resposta. Continuar de um depois que se irá entranhar em nós.  Não consigo dizer mais do que o meu olhar já diz. E ele não mente. Não a ti. Saberás a resposta?

6 comentários:

renas disse...

Uma proposta de um amor antigo?

C. disse...

Sereno.. bonito!
Me encantei com o blog. =]

Luís Gustavo Brito Dias disse...

o silêncio pode nos refratar;
constranger o outro e, assim, revelar seu íntimo, mesmo que seu silêncio seja retribuído com um intervalo mudo do outro.

Dr. Diario disse...

o silencio e' ilusao...em su coracao esta a resposta e em sua mente a coragem de expressa-la sem pensar um segundo de silencio sequer!
adorei o texto
amei o blog
posso seguir?
abraco

Marina Silva disse...

adorei.. e logo eu que me encanto com palavras escritas num papel amassado de tanto tentarmos tirar-lhe o sentido...

continue assim

http://aessenciadostrapos.blogspot.com/ meu blog embora seja mais simples..

Leca disse...

Maria da Lua...
respostas em papel...são rascunhos...
parabéns pelas palavras e pelo blog
Beijos
Leca